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Mercado pet não sente a crise e registra até aumento de vendas

Crise não abala os pet shops. Banho, tosa, hidratação, brinquedinhos, sapatos e até cerveja canina aquecem o mercado que cresceu 7,8% em 2015.

Tem um setor da economia que só ouve falar sobre crise, de longe. É o setor de pet shop, que no ano passado, registrou até um aumento nas vendas. A criatividade para fisgar os donos dos bichinhos também ajuda, claro, a turbinar os números.

Eles são fofos, engraçadinhos, encantam as pessoas, são as paixões dos donos. Para os comerciantes do mundo pet, o melhor de tudo: eles geram gastos. Além da ração, do banho, da tosa, tem um mundo de opções, até mesmo um sapatinho, para não queimar as patinhas na hora do passeio. Ou para não sujar a casa quando voltar, lembra o comerciante Valdinei Luiz: “Porque os pets, hoje em dia, ficam em cima da cama, em cima do sofá. Então vai para a rua, como a gente, e tira o sapato na hora de entrar em casa”.

E com a crise? Será que as pessoas andam cortando os mimos e cuidados com os animaizinhos? Não! No ano passado, o faturamento do setor cresceu 7,8% e movimentou R$ 18 bilhões na economia.

O cabeleireiro Rosival Barbosa é um exemplo de dono que não economiza nos cuidados com a cachorrinha. Entre os gastos que ele tem com Nina, estão o banho, a tosa e a hidratação nos pelos, que são muito macios. “Nós que temos e gostamos tanto, é mais fácil acabar cortando outras coisas, mas quem tem [animal de estimação], não corta isso [gastos com o pet]. Posso cortar pra mim, mas para a Nina, não”.

E isso anima o setor a continuar inventando moda. E como o cão é o melhor amigo do homem, quem tem um de estimação já pode tomar uma cervejinha com ele. Já existe no mercado até uma cerveja canina, e a garrafa é igualzinha às das cervejas humanas. O líquido ainda faz bem, como explica Valdinei: “Ajuda na imunidade, tem vitamina B e o cachorro fica de companhia para o dono, para ele não tomar sozinho. A gente vive desse mercado e tem que estar sempre atualizado, colocando as novidades aí para o pessoal”.

Ter sempre um diferencial na manga é uma outra dica para enfrentar a crise. Vale até fazer comida em formato de bolo, bolinho, brigadeiro. A veterinária Juliana Bagaron mostra os falsos brigadeiros – eles tem o formato do docinho, mas é salgado e feito de soja. “Isso daqui é uma almôndega, porque o cachorro gosta mais do salgado do que do doce, tá? Isso é uma almôndega de soja, com gostinho de carne. Parece um tipo de quibe”. Os ingreditentes são da culinária humana mesmo, não tem ração, e é tudo muito saboroso.

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Como atender as expectativas do cliente e aumentar as vendas no pet shop ?

O momento econômico favorável que o país viveu nos últimos anos motivou muitas pessoas a se tornarem empreendedoras. Dentre os muitos negócios que ganharam espaço no mercado, um segmento em especial me chamou a atenção: as pet shops. A elevação do poder aquisitivo percebida no início da década fez com que o brasileiro pudesse se dar ao luxo de cuidar com mais zelo de seus animais de estimação, e, em consequência disso, pude observar a abertura de muitos pet shops, desde os mais sofisticados até os mais simples. É um mercado crescente e promissor.

Dessa maneira, os empreendedores têm buscado aprimorar seus serviços e produtos, para que obtenham vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes. Se você é dono de uma pet shop, ou está pensando em abrir uma, vou citar algumas dicas de como atender às expectativas de seu cliente e assim aumentar suas vendas. Confira!

Busque a excelência

Todo trabalho feito no pet shop deve ser realizado com excelência. Você oferece um serviço delicado, pois lida com algo que é muito precioso para o cliente. Por isso, cada animal de estimação que é deixado ali precisa ser cuidado com o máximo de atenção e carinho. Treine seus colaboradores para que eles estejam capacitados a realizar cada tarefa de forma correta e com dedicação, e que possam atender bem cada animal e gerenciar as situações que se apresentarem no dia a dia.

Além disso, analise a concorrência, veja o que as outras pet shops fazem de melhor e pior que você e procure sempre implantar as melhores diretrizes em sua loja.

Fique de olho nas novidades do mercado

Além dos serviços tradicionais oferecidos pelas pet shops, você pode acrescentar em seu portfólio alguns itens bem interessantes, que poderão alavancar suas vendas. Seguem alguns exemplos:

Happy Day

O dono deixa seu cão na loja por um dia, para que ele se divirta com outros animais.

Academia para cachorros

São treinamentos específicos que visam melhorar o comportamento dos cães, fazendo com que eles gastem energia, amenizando problemas de hiperatividade ou agressividade.

Tratamento terapêutico

Massagens terapêuticas para deixar o animal mais tranquilo, como o shiatsu.

Conheça seus clientes e almeje sua satisfação

Organize um cadastro com o nome de seus clientes e do seu animal. Não se limite a colher somente informações cadastrais básicas: procure acrescentar dados como raça do animal, idade, tipo de produtos mais adequados para o tratamento, informações sobre a alimentação de cada um, e tudo o mais que você considerar relevante. Ofereça um tratamento personalizado, dando a devida atenção a cada detalhe e preocupando-se com o animal enquanto ele estiver sob seus cuidados. Esse tipo de tratamento irá transmitir aos clientes a seriedade do seu negócio, e será um importante fator de fidelização.

Além disso, pesquise sobre os seus clientes, os donos dos bichinhos. Faça contato com eles depois de cada venda de produto ou serviço, veja como pode deixá-los mais satisfeitos da próxima vez e promova ações de fidelização, como cartão fidelidade, e-mail marketing em datas comemorativas, etc. Um cliente satisfeito certamente voltará a sua loja, além de indicar novos contatos.

Use a tecnologia a seu favor

É possível conhecer e atender aos anseios de seus clientes, de forma que seu petshop tenha um diferencial competitivo que vai destacá-la entre as demais. Para gerenciar as informações recolhidas sobre seus clientes e automatizar a gestão da sua loja, você já pode contar com softwares de gestão específicos para o nicho das pet shops como o PetMaster.

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O impressionante crescimento do mercado Pet e perspectivas para o ano de 2018

Como todos sabemos 2016 foi um ano de grandes reviravoltas políticas e econômicas, nosso país foi palco de grandes escândalos de corrupção, Impeachment, corte de gastos e reformas em políticas sociais. O cenário econômico brasileiro atual é de incertezas e inseguranças, mas em meio a toda essa turbulência uma luz no fim do túnel parece surgir.

A máxima de que o cachorro é o melhor amigo do homem já não consegue mais descrever plenamente a relação dos humanos com seus animais de estimação. Mais do que companheiros fiéis, os pet são hoje vistos e tratados como verdadeiros integrantes das famílias. Essa relação cada vez mais próxima e humanizada movimenta o mercado de negócios especializados, que se diversifica em relação a produtos e serviços e se torna mais rentável e profissionalizado. O nicho no Brasil, entretanto, ainda está longe de alcançar o amadurecimento de outros países, como os europeus e os Estados Unidos, o que representa oportunidades para as empresas que atuam no setor.

Há peculiaridades importantes a serem consideradas neste mercado. O segmento mais maduro é o de ração, que responde pela maior parte do faturamento e é dominado por grandes empresas. Os demais segmentos ainda são marcados pela pulverização de diversos pequenos negócios, cujo diferencial para conquista do cliente está no atendimento personalizado e na localização. Os donos de pet costumam buscar unidades próximas a suas residências e valorizam a consultoria de vendedores que possam indicar novos produtos e serviços que estejam disponíveis.

Um levantamento realizado pela Consumoteca apresenta as nuances do comportamento dos donos de animais no Brasil. De acordo com esse estudo, essas pessoas se dividem em dois grupos de consumidores: os engajados e os deslumbrados. Por engajados, subentendem-se consumidores que tem um envolvimento com causas relacionadas à proteção dos animais, geralmente adotam pets ao invés de comprar e não tem tantos gastos supérfluos com os bichos de estimação. Já os consumidores deslumbrados são aqueles que costumam comprar adereços e terceirizar os cuidados básicos dos pets, como banho, tosa e aplicações de medicamentos, ao contrário dos engajados.

A pesquisa mostra que os pet lovers são consumidores das classes A, B e C, distribuídos por várias classes etárias e que vem a si mesmos como tutores, ou pais/mães dos animais. Estes são considerados “membros” da família, vistos sob uma perspectiva humanizada.  Os novos pet-consumers possuem uma agenda atribulada de compromissos e preferem optar por serviços que facilitem sua vida no tratamento dos animais. Entretanto, isso não significa que eles não estejam barganhando. Sites de comparação de preços vêm ajudado esse público a encontrar ofertas mais interessantes para os animais. As rações, por exemplo, podem varia entre R$9,00 e R$250,00 – dependendo da marca e tamanho. De olho nessa tendência, o site Dica de Preço incluiu entre os produtos analisados os artigos de pet shop. Na ferramenta é possível ainda ter um comparador, que informa com quantos por cento de desconto aquele produto está naquele momento e suas variações ao longo dos últimos dias ou meses.

No ano de 2015 o mercado Pet atingiu R$ 18 bilhões e até o final deste ano deve chegar a R$ 19,2 bilhões, somando os segmentos de pet food (67,5% desse faturamento); pet serv (serviços como banho e tosa e outras atividades, 16,3%); pet care (equipamentos, acessórios, produtos de higiene e beleza animal, 8,1%) e pet vet (medicamentos veterinários, 8,1%). O Brasil deve permanecer em terceiro lugar no ranking do mercado mundial do setor, respondendo a 5,3% do faturamento global, atrás dos Estados Unidos, país responsável por 42% de todo o mercado mundial, e Reino Unido, segundo colocado com 6,7%. Em todo o mundo, em 2016, o setor deve faturar US$ 103,7 bilhões, alta de 1,5% sobre o ano anterior. A projeção para 2018 é de um crescimento de 6,6%. A alta tem estimulado a abertura de lojas e até de empresas para a capacitação de profissionais.

O momento é de reflexão e de levantamentos sobre como foi o ano. As perspectivas para o mercado Pet são positivas e podem garantir melhorias, mas a cautela e a execução cuidadosa de planejamentos ainda são as ferramentas mais efetivas para garantir um balanço positivo no ano que está para chegar.

Para um controle eficaz de um segmento com tanta variedade de produtos e serviços é essencial um sistema de gestão voltado para o mercado pet, para isso recomendamos o PetMaster que é uma ferramenta completa que supre todas as necessidades do setor.

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7 oportunidades para investir com o crescimento do mercado pet.

É comum que nestes tempos de crise econômica que nós, empresários, conversemos sobre quais ações estamos tomando para superar a crise. Numa dessas conversas, fui surpreendido por um dono de pet shop que, rindo, disse que já planejava a expansão de sua loja, criação de filiais e investimento em duas áreas que ele considerava carentes no mercado: a de medicamentos homeopáticos e a de plano de saúde local (para falar a verdade, eu nem sabia que existia um plano de saúde nacional!).

Esse empresário também me disse que estava à procura de investidores ou até de sócios para viabilizar os projetos, por isso, fui conferir os números do setor e procurar entender se existiam ou não oportunidades neste segmento. Vou compartilhar com você os resultados que encontrei:

Números do mercado dos pets no Brasil

Segundo um levantamento realizado em 2013 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 132,4 milhões de animais de estimação em seus domicílios. Sendo que 52,2 milhões são cães, 37,9 milhões são aves (passarinhos, patos, gansos e galinhas que não são criados para o consumo das pessoas), 22,1 milhões são de gatos, 18 milhões são peixes ornamentais e 2,21 milhões de pequenos animais, como répteis (Iguanas, cobras e lagartos) e mamíferos (ratos, chinchilas, coelhos e até porquinhos). O detalhe é que em 2013 a população nacional era de 204,2 milhões de pessoas. Isso quer dizer que existe um animal de estimação para cada 1,5 pessoas. Impressionante, não é mesmo?

Os dados de crescimento do setor também impressionam. Segundo cálculos da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) o mercado dos pets brasileiro é o terceiro maior do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e Reino Unido e ganhando de países como França, Japão e até a China, que é o país que possui mais animais de estimação no mundo. O crescimento do setor até o final de 2016 será de 6,7%, o que gerará um faturamento de R$ 19,2 bilhões.

As empresas deste setor estão divididas em 4 grandes segmentos:

  1. O de Pet Food, segmento de alimentação que inclui rações, snacks, bifinhos, biscoitos e petiscos em geral. Ele é o principal responsável pelo crescimento e faturamento do setor, com uma fatia de 67,6% do faturamento.
  2. O segmento de Pet Vet, composto por medicamentos veterinários, é responsável por 8,1% do faturamento.
  3. O segmento do Pet Serv, que inclui serviços de adestramento, comércios, hotéis e até creches para nossos estimados bichinhos. Este segmento é o segundo que mais fatura, sendo responsável por 16,2% do faturamento do setor.
  4. Por fim, o Pet Care, focado em produtos de cuidados para os animais, como equipamentos, acessórios e produtos de higiene e beleza. É o terceiro que mais fatura, representando 8,1% do montante.

Sinceramente, os números me animaram, pois se considerarmos que a economia passa por um forte momento de crise com previsão de decrescimento do PIB em 2,95%, encontrar um setor que continua crescendo é algo extremamente positivo e animador!

Onde investir no mercado dos pets?

Eu me fiz essa pergunta após a análise dos números, mas preferi pesquisar um pouquinho mais. Descobri que, segundo a Abinpet, o setor de Pet Food atingiu em 2014 apenas 43% de seu potencial de produção, o que mostra que até o setor que mais fatura ainda possui 57% de potencial de crescimento.

Também descobri que, nos Estados Unidos, apenas duas grandes redes são responsáveis por 75% das vendas de comida animal, e que no Brasil essa tendência já é sentida nas grandes cidades com o surgimento de superlojas. Por outro lado, em países desenvolvidos, o comportamento é contrário e as pessoas preferem comprar de lojas menores e mais próximas de sua residência.

Bom, mas além do setor de alimentação existem outras 7 oportunidades diretamente relacionada ao mercado dos pets:

Treinamento de donos e adestramento de animais de estimação

Com o aumento de pessoas morando em apartamentos, há uma necessidade cada vez mais latente em treinar os animais para habitarem nos pequenos espaços. Além disso, os donos também precisam ser treinados para evitar que a tratativa com os pets se torne tão humanizada que não leve em conta os instintos e necessidades próprias de cada estilo e raça de animal.

Petsitter

Mais que passear e dar alimento na hora certa, o serviço de babás de bichos de estimação inclui ensinar pequenos truques, fazer companhia para o bicho e, principalmente, acompanhar o tratamento e recuperação de animais que tenham passado por cirurgia. Este é um serviço que ainda está despontando no Brasil e que exige que o profissional tenha capacitação em adestramento e cuidados com os animais, além de gostar de estar acompanhado por eles.

Hotel e creche

Todos nós já ouvimos falar em hotel para animais de estimação, que são muito usados em momentos de férias e de viagens dos donos. A novidade nesse segmento é o serviço de creche. Com o tratamento cada vez mais humanizado, os pets são enviados para lugares que reúnem outros bichinhos e passam o dia realizando algumas atividades enquanto seus donos trabalham.

Banho e tosa

Já tentou agendar um horário para que seu amiguinho tome um banho em um sábado ou feriado? Sem antecedência, conseguir um horário é quase que uma façanha, dada a quantidade de demanda por esse serviço. Seu principal ponto negativo é que as pessoas quase sempre privilegiam que o banho seja realizado no sábado, pois não conseguem deixar e buscar os animais durante o horário de expediente de seus trabalhos. Criar e divulgar horários alternativos (após o expediente comum, por exemplo), assim como serviços de transporte dos bichinhos é uma maneira eficiente de driblar essa sazonalidade semanal e aumentar o faturamento do banho e tosa.

Acessórios

Roupinhas, brinquedos, comedouros e todo tipo de assessório que possa dar ares humanizados para o bichinho são bem aceitos pelo mercado. A dica é criar assessórios pensando no estilo dos donos, em seus hábitos e atitudes. Crie assessórios baseados nos nichos de consumidores e não no mercado em geral. Por exemplo, uma roupinha de balé dificilmente será vendida para uma pessoa que participe de um moto clube, mas uma roupa que simule seu colete ou roupas de couro serão rapidamente compradas pelos fãs!

Plano de Saúde Animal

Este é um dos segmentos que clínicas veterinárias podem atuar mais fortemente. Criar uma quantidade de serviços que o cliente pode utilizar durante o ano ou mês e cobrar um valor diluído em 12 mensalidades vem sendo uma das formas de garantir a fidelização dos clientes e faturamento recorrente das clínicas. A inclusão de serviços de banho e tosa, consultas veterinárias, vacinação e vermifugação anual é uma das maneiras de agregar valor e criar pacotes diferenciados de planos.

Alimentação Premium e Padaria Pet

Apesar de precisar da autorização do Ministério da Agricultura e da contratação de um veterinário ou zootecnista responsável pela tabela nutricional dos produtos que serão produzidos e comercializados, o setor de alimentação premium — alimentos feitos com ingredientes selecionados e de boa qualidade —, bem como o de padaria pet — que fornece produtos fresquinhos — estão conquistando o gosto dos fregueses e aumentando o faturamento do segmento de Pet Foods.

Com tantas opções de investimento, números positivos e tendência de crescimento, entendi o porquê daquele empresário estar rindo e dizendo que a crise não afetou o seu setor. Realmente, é um negócio e tanto, não acha?

Para otimizar o desempenho de seu negócio pet é recomendado o uso da poderosa ferramenta de gestão PetMaster

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